Os programas militares secretos ucranianos

Thierry Meyssan

Thierry Meyssan

Editor-chefe Réseau Voltaire


Em 2016, os Estados Unidos comprometeram-se a armar a Ucrânia para que ela travasse e ganhasse uma guerra contra a Rússia. A seguir, o Ministério da Defesa dos EUA organizou um programa de pesquisa biológica na Ucrânia, depois enormes quantidades de combustíveis nucleares foram secretamente transferidos para o país. Estes dados modificam a interpretação desta guerra: ela não foi desejada e preparada por Moscovo, mas sim por Washington


Durante toda uma série de artigos, iniciada um mês e meio antes da guerra na Ucrânia, desenvolvi a ideia que os straussianos, o pequeno grupo dos adeptos de Leo Strauss no seio das administrações dos EUA, planeavam um confronto contra a Rússia e a China. No entanto, no décimo episódio desta série relatei o modo como o Regimento Azov se tornou o pilar paramilitar dos banderistas ucranianos, fazendo referência à visita que lhes fez o senador John McCain em 2016 [1]. Ora, este não era um straussiano, mas fora durante a sua campanha eleitoral presidencial de 2008 assesorado por Robert Kagan, um ideólogo central entre os straussianos [2], mesmo se prudentemente ele sempre negou a sua pertença a esta seita.

A 4 de março de 2022, no decurso de um ataque das Forças Especiais ucranianas à Central nuclear de Zaporíjia, que o Exército russo ocupava há vários dias, um projéctil desencadeia um incêndio num laboratório adjacente. Nesse momento, o mundo, ignorando o enredo desta batalha, acreditou que os combatentes estavam loucos e assumiam o tresloucado risco de fazer explodir a central
A PLANIFICAÇÃO DA GUERRA CONTRA A RÚSSIA

Um vídeo, gravado durante a visita de John McCain à Ucrânia, em 2016, voltou à ribalta. Nele vê-se o senador acompanhado pelo seu colega e amigo, o senador Lindsey Graham, e pelo presidente ucraniano Petro Poroshenko. Os dois norte-americanos deslocam-se em missão senatorial. Mas McCain é também o presidente do IRI (International Republican Institute), o ramo republicano da NED (National Endowment for Democracy). Sabe-se que o IRI dinamizou uma centena de seminários para os responsáveis dos partidos políticos ucranianos colocados à direita, incluindo os banderistas. Os senadores dirigem-se a oficiais do Regimento Azov, a principal formação paramilitar banderista. O que não é de surpreender. John McCain sempre defendeu que os Estados Unidos deviam apoiar-se nos inimigos dos seus inimigos fossem estes quais fossem. Assim, reivindicou publicamente os seus contactos com o Daesh (EI) contra a República Árabe Síria [3].

Neste vídeo, os senadores Lindsey Graham e John McCain garantem que os Estados Unidos fornecerão todas as armas necessárias aos seus interlocutores para que eles consigam vencer a Rússia.

Este vídeo, repito, foi gravado seis anos antes da entrada do Exército russo na Ucrânia. Os dois senadores investem os seus interlocutores numa missão. Eles não os consideram como mercenários a quem se paga, mas como “procuradores” que se baterão pelo mundo unipolar até à morte.

O presidente Petro Poroshenko apresenta
o novo escudo do SBU

Pouco depois, o presidente Poroshenko, que tinha assistido a esta reunião de camuflado, modificou o escudo dos seus serviços secretos, o SBU. Agora, trata-se de uma coruja segurando um gládio dirigido contra a Rússia com a divisa “O sábio reinará sobre o universo”. Estava claro que o aparelho de Estado ucraniano se preparava para a guerra contra a Rússia por conta dos Estados Unidos.

Três anos mais tarde, a 5 de setembro de 2019, a RAND Corporation organizou uma reunião na Câmara dos Representantes dos EUA para lhes explicar o seu plano: enfraquecer a Rússia obrigando-a a envolver-se no Cazaquistão, depois na Ucrânia e, por fim, até na Transnístria [4].

Em dois artigos anteriores expliquei detalhadamente [5] que os Estados Unidos e o Reino Unido recuperaram no fim da Segunda Guerra Mundial muitos dirigentes nazis e os banderistas ucranianos para os virar contra a URSS. Eles sustentaram esses fanáticos desde o desaparecimento daquela, para os vir a utilizar contra a Rússia. Resta-nos investigar o modo como os armaram.

O PROGRAMA BIOLÓGICO MILITAR UCRANIANO

A partir de 2014, o Estado ucraniano iniciou vários programas militares secretos. O primeiro, e o mais conhecido, é o da sua colaboração com o Pentágono em 30 laboratórios diferentes. Segundo os Estados Unidos, esse programa visava destruir as armas biológicas que a União Soviética havia produzido e armazenado na Ucrânia. Isto é evidentemente pouco provável, porque não se vê como 31 anos após a independência e 8 após o início deste programa ainda restariam algumas. Pelo contrário, segundo a Rússia, o Pentágono subcontratava à Ucrânia a pesquisa sobre armas proibidas pela Convenção sobre a Interdição de Armas Biológicas de 1972. Com base em documentos apreendidos durante a sua operação especial, ela afirma, nomeadamente, que experiências foram realizadas, sem o seu conhecimento, em doentes mentais no hospital psiquiátrico nº 1 (Streletchye, região de Kharkov) e que um agente da tuberculose foi manipulado para infectar a população do distrito de Slavianoserbsk (República Popular de Lugansk). Ou ainda, que esses laboratórios realizavam “experiências extremamente perigosas visando reforçar as propriedades patogénicas da peste, do antraz, da tularemia, da cólera e de outras doenças mortais recorrendo à biologia de síntese”. Um outro projecto dizia respeito aos morcegos como vectores potenciais de transmissão de agentes de guerra biológica, tais como a peste, a leptospirose, a brucelose, os filovírus ou os coronavírus.

Estas acusações gravíssimas não foram ainda claramente refutadas ou provadas. A sessão que a Rússia havia convocado a este propósito no Conselho de Segurança das Nações Unidas, a 11 de março de 2022 [6], não deu em nada. Depois de ter negado, a subsecretária de Estado, a straussiana Victoria Nuland (esposa de Robert Kagan) declarou durante uma audiência no Senado dos EUA, em 8 de março de 2022: “A Ucrânia tem, tem… instalações de pesquisa biológica. Tememos que as tropas russas tentem controlá-las. Portanto, estamos a tentar, junto com os ucranianos, garantir que esses materiais de pesquisa não caiam nas mãos das forças russas se elas se aproximarem deles”. Apesar destas incoerências, os ocidentais fizeram bloco atrás de Washington, acusando Moscovo de mentir. Aos seus olhos, é absolutamente normal que os Estados disponham de colecções destas doenças para as estudar, a sua presença não deve ser interpretada como sendo destinada a fabricar armas. Os laboratórios ucranianos são regularmente inspecionados pela OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa) [7]. Fica claro que esta interpretação não permite compreender as declarações de Victoria Nuland e não dá conta de desastres como, por exemplo, a epidemia de gripe suína que matou 20 soldados ucranianos em janeiro de 2016 e forçou outros 200 a ser hospitalizados.

O embaixador russo, Vassili Nebenzia, denunciou, nomeadamente, pesquisas sobre a transmissão de doenças perigosas por ectoparasitas como piolhos e pulgas. Ele lembrou que experiências similares haviam “sido realizadas nos anos 40 pela infame Unidade 731 do Exército japonês, cujos membros se refugiaram nos Estados Unidos para escapar à justiça”. A Unidade 731, era o equivalente japonês do serviço do Dr. Josef Mengele em Auschwitz .

Como se isso não bastasse, Nebenzia interrogou-se quanto à transferência de vários milhares de amostras de soro sanguíneo de pacientes de origem eslava, da Ucrânia para o Instituto de Pesquisa Walter Reed do Exército dos EUA. Pesquisas, segundo ele, visando selectivamente grupos étnicos específicos tais como as que o Dr. Wouter Basson dirigiu para a África do Sul do apartheid — e Israel —, durante o seu período colonial, contra negros e árabes (“Coast Project”).

A administração da ONU entrou em contacto, garantindo ignorar tudo sobre este programa e referindo-se às medidas de confiança previstas no Tratado. A Organização Mundial da Saúde (OMS) deu a saber que tinha tido conhecimento da existência deste programa, mas que ignorava os detalhes do mesmo. Ela confirmou por escrito à agência Reuters que havia “recomendado insistentemente ao Ministério da Saúde ucraniano e aos organismos responsáveis para destruir os agentes patogénicos de alto risco a fim de prevenir qualquer fuga potencial” [8]. A imprensa chinesa, essa, evoca experiências visando transformar insectos em ciborgues a fim de fecundar ou de esterilizar culturas (Operação “Insectos Aliados”).

Reunião de peritos dos ministérios da Defesa e da Saúde dos Estados Unidos, da Polónia e da Ucrânia, organizada pela empresa de Hunter Biden e de Christopher Heinz, em 1996. Fonte: Science and Technology Center in Ukraine

Estas experiências militares, quaisquer que sejam, foram encomendadas indirectamente pelo Centro Nacional de Inteligência Médica (National Medical Intelligence Center) via Agência da Defesa para a Redução de Ameaças (Defense Threat Reduction Agency — DTRA) e da sociedade US Rosemont Seneca Technology Partners (RSTP). Esta última foi fundada por Hunter Biden e Christopher Heinz, respectivamente filho do presidente Joe Biden e enteado de John Kerry [9]. Todos os resultados desta pesquisa foram enviados aos laboratórios biológicos militares de Fort Detrick, os quais anteriormente tiveram um papel de primeiro plano no programa de armas biológicas dos Estados Unidos.

Como sublinhou o representante chinês no Conselho de Segurança: “Qualquer informação ou pista sobre actividades biológicas militares deve suscitar a maior atenção por parte da comunidade internacional (…) Os Estados Unidos dizem que são pela transparência. Se pensam que estas informações são falsas, basta-lhes fornecer os dados pertinentes e prestar esclarecimentos a fim de que a comunidade internacional se possa pronunciar sobre o assunto”.

Segundo as Nações Unidas, enquanto os Estados Unidos apresentaram regularmente relatórios sobre as suas actividades biológicas no quadro da Convenção sobre a Interdição de Armas Biológicas, a Ucrânia jamais o fez [10].

A Rússia tomou várias medidas. Primeiro ela destruiu, com grande cuidado, os contentores de 26 destes laboratórios ucranianos (4 outros escaparam ao Exército russo). Em seguida, ela convidou os seus aliados da OTSC (Organização do Tratado de Segurança Colectiva) a vigiar os acordos que possam ter subscrito com os Estados Unidos. A Arménia e o Cazaquistão puseram fim a essas pesquisas. Por fim, os membros da OTSC proibiram o acesso aos seus laboratórios a todo o pessoal militar estrangeiro.

O director da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi, revelou no Fórum de Davos que a Ucrânia possui enormes quantidades de plutónio e de urânio enriquecido
O PROGRAMA NUCLEAR MILITAR UCRANIANO

Vamos agora ao mais problemático porque há ainda coisas bem mais graves. Após a independência, a Bielorrússia, o Cazaquistão e a Ucrânia herdaram uma boa parte do sistema de armas nucleares soviéticas. Estes três novos estados assinaram o Memorando de Budapeste em 1994, com os Estados Unidos, a Rússia e o Reino Unido. Os Três Grandes comprometiam-se a garantir as suas fronteiras, enquanto os três pequenos se comprometiam a transferir todas as suas armas nucleares para a Rússia e a respeitar o Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares.

Este memorando é muitas vezes evocado por aqueles que querem sublinhar a duplicidade da Rússia, a qual, depois de o ter assinado, o teria violado. Isso não é exacto, uma vez que o memorando prevê que cada um dos Três Grandes será dispensado da sua promessa de não-intervenção em caso de “legítima defesa ou de outro modo conforme com as disposições da Carta das Nações Unidas”. Ora, a Rússia reconheceu oficialmente as repúblicas do Donbass depois de que o Estado ucraniano se recusar honrar a sua assinatura dos Acordos de Minsk e que o seu Exército bombardeasse o Donbass durante 8 anos.

Entre 2014 e 2022, a Ucrânia solicitou por quatro vezes a renegociação do Memorando de Budapeste. Finalmente, o presidente Volodymyr Zelensky declarou durante a reunião anual da Conferência sobre a Segurança de Munique, a 19 de fevereiro de 2022: “Eu, como presidente, faço-o pela primeira vez. Mas a Ucrânia e eu iremos fazê-lo pela última vez. Lanço consultas no quadro do Memorando de Budapeste. O ministro dos Negócios Estrangeiros foi encarregado de as convocar. Se elas não ocorrerem ou se os seus resultados não garantirem a segurança do nosso país, a Ucrânia terá o direito de pensar que o Memorando de Budapeste não funciona e que todas as decisões globais de 1994 são postas em causa. [11].

Por em questão “todas as decisões globais de 1994” não pode significar outra coisa senão o retomar das armas nucleares. Por conseguinte, a posição do presidente Zelensky pode ser resumida da seguinte forma: deixai-nos suprimir os separatistas do Donbass ou restabeleceremos o nosso programa nuclear militar. É de notar que os principais dirigentes da Aliança Atlântica estavam presentes ou representados na sala. No entanto, nenhum protestou perante o anúncio de uma violação do Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares.

Comentando este discurso, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou: “a única coisa que falta [à Ucrânia] é um sistema de enriquecimento de urânio. Mas é uma questão técnica, e para a Ucrânia não é um problema insolúvel”.

Os serviços secretos russos estavam informados que a Ucrânia tinha um programa nuclear militar. Ignoramos o que eles sabiam precisamente sobre esse programa.

Laurence Norman, enviado especial do Wall Street Journal ao Fórum de Davos sobre o nuclear iraniano, colocou no Twitter a declaração de Rafael Grossi sobre o nuclear ucraniano, mas não publicou nenhum artigo a este respeito. A informação acabou confirmada por um outro jornalista, do New York Times desta vez, sempre no Twitter

O argentino Rafael Grossi, que dirige a Agência Internacional de Energia Atómica, casualmente declarou, em 25 de maio, no Fórum de Davos, que a Ucrânia havia armazenado 30 toneladas de plutónio e 40 toneladas de urânio enriquecido na sua central de Zaporijía e que a sua Agência se interrogava sobre o que lhes havia acontecido.

Ora, a central de Zaporijía era um dos objectivos do Exército russo, que a atacou no segundo dia da sua “operação especial” em 26 de fevereiro. Ocorreu um incêndio num laboratório adjacente durante um combate russo-ucraniano a 4 de março. Acusaram então o Exército russo de irresponsabilidade. Como é evidente, tratou-se de algo bem diferente, tal como Moscovo havia declarado. A Rússia havia começado a transferência destes combustíveis e Forças Especiais ucranianas tentaram impedi-las.

O plutónio é vendido entre 5.000 dólares e 11.000 dólares por grama. Comprar 30 toneladas ao preço de custo representa 150 mil milhões de dólares ($150 billion). O preço do urânio depende do seu grau de enriquecimento. Com menos de 5%, só pode ser aproveitado para uso civil e deve atingir pelo menos 80% para uma utilização militar. Ignorando o seu grau de enriquecimento, não se pode avaliar o seu valor. A apreensão pela Rússia deste stock não-declarado provavelmente reembolsa todo o custo de sanções tomadas contra ela.

A informação de que dispomos levanta várias questões: desde quando a Ucrânia, que havia entregue à Rússia todos os seus stocks da era soviética, detém estes materiais? De onde é que eles provêm e quem os pagou ? Acessoriamente : qual é a taxa de enriquecimento do urânio e quem o enriqueceu?

A estas interrogações, a imprensa russa acrescenta uma outra : qual é a fiabilidade da Agência Internacional de Energia Atómica que manteve esta informação secreta até à semana passada?

Perante estes elementos, convém rever a acusação comum segundo a qual a Rússia seria responsável por esta guerra.


[1] “Israel aturdido pelos neo-nazis ucranianos”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 8 de Março de 2022.

[2] “A Rússia declara guerra aos Straussianos”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 5 de Março de 2022.

[3] “John McCain, chefe de orquestra da «primavera árabe», e o Califa”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 18 de Agosto de 2014. “John McCain admitiu estar em contacto permanente com o Emirado Islâmico”, Tradução Alva, Rede Voltaire, 20 de Novembro de 2014.

[4Overextending and Unbalancing Russia, James Dobbins, Raphael S. Cohen, Nathan Chandler, Bryan Frederick, Edward Geist, Paul DeLuca, Forrest E. Morgan, Howard J. Shatz, Brent Williams, Rand Corporation, April 2019. Voir aussi les détails du plan dans Extending Russia : Competing from Advantageous Ground, Raphael S. Cohen, Nathan Chandler, Bryan Frederick, Edward Geist, Paul DeLuca, Forrest E. Morgan, Howard J. Shatz & Brent Williams, Rand Corporation, May 25, 2019.

[5] “A aliança do MI6, da CIA e dos banderistas”, “Ucrânia : a Segunda Guerra mundial continua”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 12 e 26 de Abril de 2022.

[6] «Consejo de Seguridad, 8991ª sesión», Naciones Unidas S/PV.8991, 11 de marzo de 2022.

[7] «OSCE Projects on Biological Safety and Security in Ukraine», OSCE, 2022.

[8] «EXCLUSIVE: WHO says it advised Ukraine to destroy pathogens in health labs to prevent disease spread», Jennifer Rigby & Jonathan Landay, Reuters, March 11, 2022.

[9] «EXCLUSIVE: Hunter Biden Bio Firm Partnered With Ukrainian Researchers ‘Isolating Deadly Pathogens’ Using Funds From Obama’s Defense Department», Natalie Winters & Raheem J. Kassam, The National Pulse, March 24, 2022.

[10Taux global des soumissions des rapports MDC. Nations unies.

[11] « Discours de Volodymyr Zelensky à la 58e Conférence de Munich sur la sécurité », par Volodymyr Zelensky, Réseau Voltaire, 19 février 2022.


Este é o capítulo 20 de uma serie de artigos da autoria de Thierry Meyssan sobre a Ucrânia. Capítulos anteriores:


Serie da Ucrânia de Thierry Meyssan

Todos os artigos sobre o tema Ucrânia da Rede Voltaire:

1. A Rússia quer obrigar os EUA a respeitar a Carta das Nações Unidas 
2. Washington prossegue o plano da RAND no Cazaquistão, a seguir na Transnístria
3. Washington recusa ouvir a Rússia e a China
4. Washington e Londres, atingidos de surdez
5. Washington e Londres tentam preservar a sua dominação sobre a Europa
6. Duas interpretações do processo ucraniano
7. Washington canta vitória, enquanto seus aliados se retiram
8. A Rússia declara guerra aos Straussianos
9. Um bando de drogados e de neo-nazis
10. Israel aturdido pelos neo-nazis ucranianos
11. Ucrânia : a grande manipulação
12. A Nova Ordem Mundial que preparam a pretexto da guerra na Ucrânia
13. A propaganda de guerra muda de forma
14. A aliança do MI6, a CIA e os banderistas
15. O fim do domínio ocidental
16. Ucrânia: a Segunda Guerra mundial continua
17. Washington quer prolongar a guerra para recuperar o estatuto de super-potência
18. O Canadá e os banderistas
19. Preparam uma nova guerra para o após derrota face à Rússia
20. Os programas militares ucranianos secretos
21. Ucrânia: enganos, arrogância e incompreensão
22. A Polónia e a Ucrânia
23. A ideologia dos banderistas
24. Afundando a paz na Europa
25. A agonia do Ocidente


Imagem de capa por carefulweb sob licença CC BY-SA 2.0


Este artigo foi foi originalmente publicado na Rede Voltaire


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