Ucrânia: a Segunda Guerra Mundial continua

Thierry Meyssan

Thierry Meyssan

Editor-chefe Réseau Voltaire


A propaganda da NATO tenta minimizar a presença de neo-nazis na Ucrânia comparando-a com a dos grupúsculos equivalentes no resto do Ocidente. A verdade é muito diferente. Os banderistas foram-se paulatinamente apoderando do Poder nesse país durante os últimos trinta anos, reescrevendo a história, formando a juventude e modificando, um a um, todos os símbolos do Estado. Eles doutrinaram uma terça parte da população e representam um bom terço das Forças Armadas. O seu objectivo é o de destruir a Rússia, o que tentam fazer com a ajuda dos straussianos

Num artigo precedente, eu mostrei como e porquê o MI6 e a CIA haviam feito aliança com os banderistas ucranianos durante a Guerra Fria. Esses homens e mulheres, que deveriam ter sido julgados em Nuremberga, tornaram-se para os vencedores soldados da sombra. Eles puderam assim prosseguir a sua obsessão anti-russa neste serviço.

Quando trabalhava para a CIA, em 1950, o criminoso contra a humanidade Stepan Bandera escreveu:

«A linha geral da nossa política de libertação é baseada no facto de que uma luta por um Estado ucraniano independente é uma luta contra a Rússia, não apenas contra o bolchevismo mas contra todo o imperialismo russo expansionista que é típico do povo russo. Se for substituído por uma outra forma de imperialismo russo, ele lançará primeiro todo o seu poderio contra a Ucrânia independente para a sujeitar. O povo russo é caracterizado por apoiar esse imperialismo. Ele tudo fará para manter a Ucrânia na escravatura. Isso é claramente expresso pelo pensamento e pelos sentimentos políticos da massa russa, de todos os meios russos, tanto comunistas como anti-bolcheviques»

Na sequência de inúmeras reacções dos meus leitores, eu quero aqui explicar como tomaram conta da Ucrânia actual, depois retomaram e prosseguiram a Segunda Guerra Mundial, em vários países, por sua iniciativa. Sobretudo, quero mostrar que em 2000, estes raivosos passaram do estatuto de auxiliares ao de tropas de choque dos EUA. Eles fizeram um pacto com os straussianos contra a Rússia. Foi este pacto que conduziu à guerra actual.

BANDERISTAS DO INTERIOR E DO EXTERIOR

Quando a União Soviética oscilou, os dirigentes banderistas do interior saíram da sombra e entraram na legalidade. Alguns sobreviveram à Segunda Guerra Mundial e ao período dos problemas que se seguiram (1945-50). Eles foram agraciados por Nikita Khrushchev (um soviético ucraniano) em 1954, e foram recuperados pelo sistema. Foram incorporados na administração comunista. No entanto, eles tinham conservado laços entre si e com os banderistas do exterior, os do Bloco das Nações Anti-Bolcheviques (ABN) e da Liga Anti-comunista Mundial [1] (WACL) [2].

Enquanto a URSS vacilava, um punhado de estudantes, alguns dos quais eram banderistas, organizou em outubro de 1990 um movimento na Praça Maidan (então chamada “Praça da Revolução de Outubro”) contra qualquer forma de associação com a Rússia. É o que se chama de “Revolução de Granito”; um período de grande confusão intelectual. Nesse momento, muitos ucranianos não consideravam que os russos desejavam libertar-se do regime soviético como eles. Muitos pensavam que a URSS era uma forma de imperialismo russo e que os russos tinham tentado destruir o seu país.

Quando a Ucrânia proclamou a sua independência, em 24 de agosto de 1991, os banderistas em geral apareceram na ribalta. Não se apresentaram como antigos colaboradores nazis que perpetraram crimes contra a humanidade, mas como “nacionalistaa” e militantes anti-soviéticos. Ocupando postos importantes, eles conseguiram que os jovens conscritos assinassem um documento em que se comprometiam a combater a Rússia em caso de conflito com ela. Conseguiram também organizar, em 1992, uma manifestação pública nas ruas da capital com 7.000 pessoas celebrando o 70º aniversário do exército banderista com a participação de militantes do exterior que haviam regressado ao país.

Slava Stetsko, a viúva do antigo primeiro-ministro imposto pelos nazis, Yaroslav Stetsko, abre a sessão da Verkhovna Rada. Ela concluiu a sua intervenção com o grito de guerra dos banderistas, “Glória à Ucrânia!” (Fonte: ABN)
A REORGANIZAÇÃO DOS BANDERISTAS (1990-98)

Os banderistas do interior (OUN-B) repartiram-se entre o Partido Nacionalista Social da Ucrânia (SNPU), depois o Svoboda (Liberdade), enquanto os mais aguerridos criaram a Assembleia Nacional Ucraniana e a milícia de Autodefesa do Povo Ucraniano.

Os paramilitares de Andriy Biletsky (o “Führer Branco”) separaram-se administrativamente do Svoboda para criar a sua própria organização. Mas o Svoboda nem por isso mudou. A plataforma do partido continuou a afirmar que pretendia “liquidar fisicamente toda a intelligentsia russófona e abater rapidamente todos os ucranófobos sem julgamento”. O partido começa a estabelecer arquivos de pró-russos, pró-romenos, pró-húngaros e pró-tártaros porque “esse rebanho deverá ser reduzido em cerca de 5 a 6 milhões de indivíduos”.

A Milícia de Autodefesa do Povo Ucraniano era chefiada por um banderista do exterior, Yuriy Shukhevych, filho de um tristemente célebre criminoso contra a humanidade. O seu grupo envolveu-se com a CIA em guerras contra os russos, muitas vezes ao lado dos islamistas. A sua presença foi posta em dúvida entre os georgianos na Abecásia (1998), mas confirmada com os romenos na Transnístria (1992), com a legião árabe de Osama bin Laden na Jugoslávia (1992-95), com os azeris no Nagorno-Karabakh (até 1994) e especialmente com os islamistas durante a primeira guerra da Chechénia. Vários combatentes foram identificados pela Procuradoria russa, entre ao quais Igor Mazur, Valeriy Bobrovich, Dmytro Korchynsky, Andriy Tyahni-bok (irmão de Oleh Tyahnibok), Dmytro Yarosh, Vladimir Ma-malyga e Olexandr Muzychko. Eles caracterizaram-se tanto pelo seu valor em combate quanto pela sua crueldade.

Olexandr Muzychko foi elevado ao título de “Herói da Nação” pelo Emirado Islâmico da Ichkeria (Chechénia) por “ter quebrado os dedos de oficiais [russos], arrancado os seus olhos, arrancado as suas unhas e dentes, e ter liquidado outros”. Ele tornou-se o chefe da guarda pessoal do emir Dzhokhar Dudayev.

O Bloco Anti-Bolchevique de Nações (ABN), cuja sede permaneceu em Munique nas instalações da CIA, abriu escritórios em Kiev.

Em 1994, a presidente do ABN e viúva do primeiro-ministro nazi Yaroslav Stetsko, Slava Stetsko, concorreu às eleições legislativas. Ela foi eleita (embora não tivesse nacionalidade ucraniana), depois reeleita em 1998 e em 2002. Decana da Verkhovna Rada, presidiu às cerimónias de abertura, em 19 de março de 1998 e em 14 de maio de 2002. Nessas ocasiões, ela proferiu discursos sob os aplausos dos seus pares (mas sem a presença dos deputados comunistas que abandonaram a sala). Elogiou Stepan Bandera e Yaroslav Stetsko e concluiu com o seu grito de guerra: “Glória à Ucrânia!”. Morreu aos 82 anos, em 12 de março de 2003, em Munique.

O ASSASSINATO DE GEORGIY GONGADZE (2000)

Durante a sua presidência, Leonid Kuchma privatizou tudo o que podia. As riquezas concentraram-se em treze personagens, os oligarcas, agrupados em três clãs (Donetsk, Dnipropetrovsk e Kiev). Estes cedo adquiriram mais poder que os políticos. Este sistema, que ainda perdura, priva os ucranianos da sua soberania e baralha os dados.

Em 2000, o jornalista Georgiy Gongadze, que tinha ido combater na Geórgia junto com banderistas, depois havia investigado a corrupção do presidente Kuchma e do seu círculo, desapareceu. O seu corpo foi encontrado posteriormente, decapitado e pulverizado com dioxina para o tornar dificilmente identificável. Foi então que o presidente da Verkhovna Rada filtrou gravações de uma conversa do presidente Kuchma com o seu chefe de gabinete e o seu ministro do Interior sobre a maneira de silenciar Georgiy Gongadze. O final da presidência de Kuchma foi patético.

No fim de 2000, o embaixador norte-americano Lev E. Dobriansky (líder dos banderistas nos EUA) organizou uma conferência bipartidária em Washington sobre as relações bilaterais EUA-Ucrânia. Ali foram pronunciados 70 discursos e reunidos 12 grupos de trabalho. A delegação republicana era chefiada pelo straussiano Paul Wolfowitz, enquanto a delegação democrata por Zbignew Brzezinki.

Wolfowitz falou primeiro. Depois de saudar a destruição das armas nucleares, o fecho da central de Chernobyl e a adesão à Parceria para a Paz da NATO, anunciou a concessão de um empréstimo pelo FMI de 2,6 milhões de dólares e as pressões de Washington para que a UE aceitasse a Ucrânia como membro. Sobretudo, ele sublinhou que a Rússia continuava a ser uma potência imperialista como mostrava a guerra na Chechénia, na qual participaram os banderistas. Era preciso, portanto, apoiá-los contra a Rússia.

Brzezinski, por seu lado, comparou a Ucrânia à Rússia para a considerar mais democrática e menos corrupta. Argumentou longamente para que não fosse mais considerada como um Estado pós-soviético, mas sim europeu e que pudesse entrar no clube fechado da União Europeia.
O inevitável havia sido pronunciado: os banderistas de aliados durante a Guerra Fria eram agora reconhecidos como aliados dos Estados Unidos no mundo unipolar em construção.

A REVOLUÇÃO LARANJA (2004)

A sucessão presidencial não devia modificar o equilíbrio entre os clãs. Kuchma (clã de Dnipropetrovsk) acabou por se inclinar perante a candidatura do seu primeiro-ministro Viktor Yanukovych (clã de Donestk). A eleição foi-lhe favorável, mas provocou uma viva contestação alimentada pelo clã de Kiev (apoiado pelo National Endowment for Democracy – NED [3]). A consulta foi anulada. Durante o segundo escrutínio, Viktor Iushenko venceu. Foi o que se chamou a “Revolução Laranja”.

No entanto, a nova equipa fracturou-se rapidamente por trás de Viktor Iushenko, por um lado, e de Julia Timoshenko, por outro. Os banderistas aproveitaram essa clivagem interna da oligarquia para avançar um pouco mais os seus peões nos dois campos.

Bis: Slava Stetsko abre de novo uma outra sessão da Verkhovna Rada, en 2002. “Glória à Ucrânia!” (Fonte: ABN)

Em 8 de maio de 2007, em Ternopol, por iniciativa da CIA, os banderistas da Autodefesa do Povo Ucraniano e os islamistas criaram uma “Frente Anti-Imperialista” anti-russa sob a presidência conjunta de Dmytro Iarosh e do emir da Ichkeria, Dokka Umarov. Organizações da Lituânia, Polónia, Ucrânia e da Rússia participaram nela, entre os quais os separatistas islamistas da Crimeia, Adigueia, Daguestão, Inguchétia, Cabardino-Balcária, Carachai-Cherquéssia, Ossétia e Chechénia. Não podendo lá ir devido a sanções internacionais, Dokka Umarov mandou que aí fosse lido a sua contribuição. O Ministério do Oriente de Alfred Rosenberg e o ABN de Stepan Bandera reviviam agora sob uma outra forma ao abrigo do Estado ucraniano.

A divisão do clã de Kiev reverteu, em 2010, na eleição de Viktor Ianukovich. Este substituiu o sistema dos clãs pela sua família, que colocou nos principais postos do Estado. Era mais importante manter boas relações com um dos seus familiares do que representar este ou aquele oligarca. Progressivamente, toda a vida política e económica é controlada pelo presidente Ianukovich através da sua formação política, o Partido das Regiões. Cinco oligarcas são excluídos do sistema. Eles vão-se aliar aos straussianos e aos banderistas a fim de recuperar o poder.

No entanto, durante este período, a propaganda continua e os ucranianos habituam-se à presença dos banderistas, agora financiados pelo oligarca judeu Ihor Kolomoysky. Em 2011, eles conseguiram fazer aprovar uma lei proibindo a comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial porque havia sido ganha pelos soviéticos e perdida pelos banderistas. Mas o presidente Viktor Ianukovitch recusou promulgá-la. Furiosos, os banderistas atacaram o cortejo de antigos combatentes do Exército Vermelho, espancando os idosos. Dois anos mais tarde, as cidades de Lviv e de Ivano-Frankivsk aboliram as cerimónias da Vitória e proibiram todas as manifestações de júbilo. Mas, entretanto, o presidente Iushchenko já havia retomado o passo, um pouco antes do fim do seu mandato, elevando Stepan Bandera ao título de “Herói da Nação”.

Quando o Partido Comunista se espantou por ver um judeu financiar neo-nazis, o Comité Judaico da Ucrânia respondeu-lhe que ele transmitia uma nova versão da alegação anti-semita segundo a qual “haviam sido os judeus a levar os bolcheviques ao poder e que também haviam sido os judeus quem desencadeara a Segunda Guerra Mundial”.

A REVOLUÇÃO DA DIGNIDADE, DITA “EUROMAIDAN” (2014)

A Revolução da Dignidade, em 2014, foi organizada pela straussiana Victoria Nuland com a ajuda de banderistas traquejados no campo de batalha. Estes acontecimentos são conhecidos de todos, não voltarei a eles. Desta vez, é um oligarca, Petro Poroshenko, quem se torna presidente. Os postos oficiais foram ocupados por banderistas. Um terço dos ministros eram oriundos do Svoboda ou da Milícia de Autodefesa do Povo Ucraniano. Andriy Parubiy tornou-se secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional e Dmytro Iarosh o seu adjunto. De imediato, o novo regime baniu a língua russa, que era falada em casa por mais de 40% da população.

Recusando este recuo da História, a Crimeia votou a sua independência e aderiu à Federação da Rússia, enquanto os “oblasts” do Donbass (Donetsk e Lugnask) se declaravam autónomos.

Em março de 2014, a Assembleia Nacional Ucraniana e a milícia de Autodefesa do Povo Ucraniano mudaram de nome para se tornar no Sector Direito, sob a autoridade de Dmytro Iarosh e de Andriy Biletskiy.

Em abril de 2015, a Verkhovna Rada declara os membros da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN) “combatentes da independência”. A lei foi promulgada em dezembro de 2018, pelo presidente Poroshenko. Os antigos Waffen SS tiveram direito a reforma retroativamente e a todo o tipo de benefícios.

Os programas escolares foram modificados para que as crianças aprendessem a nova história: a Segunda Guerra Mundial não acabou. Acabará em breve com a derrota da Rússia e o triunfo da Ucrânia.

Os banderistas impuseram sua lei um pouco por todo o lado à maneira das Secções de Assalto (SA) nazis dos anos 30. Eles entraram nos tribunais para ameaçar os juízes, nas administrações para pressionar os presidentes e os governadores, sendo o incêndio da Casa dos Sindicatos em Odessa o seu crime mais célebre [4].

Ninguém se inquietou grande coisa quando Irina Farion, deputada pelo Svoboda, declarou que “Nós só temos um caminho: destruir Moscovo. É para isso que vivemos, foi para isso que viemos ao mundo: destruir Moscovo. Para destruir não apenas os moscovitas nas nossas terras, mas esse buraco negro da segurança europeia que deve ser varrido do mapa do mundo!”.

Em 24 de Outubro de 2016, o presidente Poroshenko mudou o emblema dos Serviços Secretos. Trata-se agora de uma de uma coruja segurando um gládio dirigido contra a Rússia com a divisa “O sábio reinará sobre as estrelas”

A ELEIÇÃO DE VOLODYMYR ZELENSKY (2019-)

O oligarca judeu e patrocinador de banderistas, Ihor Kolomoysky, lança o comediante Volodymyr Zelensky na política. Ele difundia a sua série de televisão “Servidor do Povo”, depois constituiu-lhe um partido político e finalmente apresentou-o à eleição presidencial.

Dando um curso de comunicação política, Oleksiy Arestovych, o conselheiro de comunicação estratégica do presidente Zelensky, pergunta “Como se aldraba? Quem pode definir os princípios?”, depois vendo que as respostas não saem, declara:

«É preciso dizer exactamente o contrário. Se são fortes, mostrem que são fracos. Se estão perto, mostrem que estão longe. Se estão longe, mostrem que estão perto. É necessário fazer o contrário da situação real. Notem que esta não é uma pergunta trivial. Como enganar com precisão? Que direcção escolher para enganar a fim de aldrabar correctamente e com êxito. Enganar, para o dizer cientificamente».

O seu programa assenta em seis pontos:

– Descentralizar o Poder de acordo com as normas europeias

– Transformar as administrações públicas em instituições locais de tipo europeu

– Elevar o padrão de vida dos ucranianos a um nível superior à média europeia

– Adoptar as leis necessárias à concretização de um acordo de associação entre a Ucrânia e a UE

– Desenvolver a cooperação com a UE e a NATO

– Reformar as Forças Armadas em conformidade com as normas da NATO

Os ucranianos, que apreciam a cruzada deste jovem artista contra a corrupção, ficam seduzidos pelo seu sonho europeu e não compreenderam o que significava a sua admiração pela NATO, elegem-no com 73% dos votos, em 21 de abril de 2019.

Em março de 2021, a cidade de Ternopol, a seguir o oblast de Lviv renomeiam os seus estádios em homenagem ao general Roman Shukhevych (o pai do fundador da milícia de Autodefesa do Povo Ucraniano) e a Stepan Bandera.

Em 1 de julho de 2021, o presidente Volodymyr Zelensky promulga a Lei sobre povos autóctones da Ucrânia. Agora, por norma, os cidadãos de origem russa já não poderão mais reivindicar os direitos do homem perante os tribunais.

Em 2 de novembro de 2021, Dmitryo Yarosh torna-se conselheiro do comandante-chefe das Forças Armadas ucranianas, o general Valerii Zaluzhnyi. Todas as organizações paramilitares banderistas, ou seja, 102.000 homens, são incorporadas nas Forças Armadas ucranianas. Um plano de ataque à Crimeia e ao Donbass é elaborado. A NATO, que tem já instrutores militares no local, encaminha as armas.

A 24 de fevereiro de 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, ataca a Ucrânia para “desnazificar o país”.


[1A aliança do MI6, da CIA e dos banderistas, 12 de abril de 2022. Encontrareis aqui a colecção quase completa da ABN Correspondência em inglês e a ABN Korrespondenz em alemão. Agradecemos que nos transmitam os números em falta se os tiverem.

[2La Liga Anticomunista Mundial, internacional del crimen, por Thierry Meyssan, Red Voltaire , 20 de enero de 2005.

[3A NED, vitrina legal da CIA, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Odnako (Rússia), Rede Voltaire, 16 de agosto de 2016.

[4Banho de sangue em Odessa dirigido por governantes interinos da Ucrânia, Tradução Marisa Choguill, антифашист , Rede Voltaire, 16 de maio de 2014.


Serie da Ucrânia de Thierry Meyssan

Todos os artigos sobre o tema Ucrânia da Rede Voltaire:

1. A Rússia quer obrigar os EUA a respeitar a Carta das Nações Unidas 
2. Washington prossegue o plano da RAND no Cazaquistão, a seguir na Transnístria
3. Washington recusa ouvir a Rússia e a China
4. Washington e Londres, atingidos de surdez
5. Washington e Londres tentam preservar a sua dominação sobre a Europa
6. Duas interpretações do processo ucraniano
7. Washington canta vitória, enquanto seus aliados se retiram
8. A Rússia declara guerra aos Straussianos
9. Um bando de drogados e de neo-nazis
10. Israel aturdido pelos neo-nazis ucranianos
11. Ucrânia : a grande manipulação
12. A Nova Ordem Mundial que preparam a pretexto da guerra na Ucrânia
13. A propaganda de guerra muda de forma
14. A aliança do MI6, a CIA e os banderistas
15. O fim do domínio ocidental
16. Ucrânia: a Segunda Guerra mundial continua
17. Washington quer prolongar a guerra para recuperar o estatuto de super-potência
18. O Canadá e os banderistas
19. Preparam uma nova guerra para o após derrota face à Rússia
20. Os programas militares ucranianos secretos
21. Ucrânia: enganos, arrogância e incompreensão
22. A Polónia e a Ucrânia
23. A ideologia dos banderistas
24. Afundando a paz na Europa
25. A agonia do Ocidente



Este artigo foi foi originalmente publicado na Rede Voltaire

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Thierry Meyssan
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